Seminário de Inovação impulsiona pesquisa no IFB
- conectaif2022
- 10 de out. de 2025
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O Seminário de Inovação aconteceu pela primeira vez no Conecta IF, nesta quarta-feira (10), apresentando experiências que dão um novo rumo à pesquisa em direção à inovação. As iniciativas foram selecionadas por meio de um edital.

Foram apresentados os seguintes temas: inovação e propriedade intelectual, pós-graduação como estratégia para impulsionar a inovação e o desenvolvimento regional e cases de sucesso do projeto Unesco-Unevoc.
O seminário é uma iniciativa do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do Instituto Federal de Brasília (IFB), criado a partir de uma demanda de capacitação na área de propriedade intelectual e inovação.
A proposta surgiu para atender uma equipe que já atua dentro do IFB com registros de patentes, softwares e desenvolvimento de pesquisas que geram produtos na instituição, ao incentivar a cultura de inovação, estimular o desenvolvimento de soluções criativas e fortalecer práticas inovadoras no contexto da educação profissional, científica e tecnológica.
“O IFB é muito forte nessa área de desenvolvimento de produtos; então a gente quer levar esse conhecimento para a comunidade, para que essas inovações possam se assegurar”, afirmou a coordenadora da Câmara de Pesquisa e Inovação do NIT, Susana Milhomem Paixão.
As experiências apresentadas no seminário foram selecionadas por meio de edital, que priorizou ações voltadas à inovação tecnológica e à propriedade intelectual. O edital lançado teve como objetivo promover a divulgação e o compartilhamento de experiências vivenciadas por servidores e estudantes da rede federal. Além disso, buscar capacitar docentes, alunos e membros do NIT no processo de registro de patentes e transferência de tecnologia, de modo a garantir a autoria dos produtos desenvolvidos no IFB.
A coordenadora explica que, ao chegar ao mercado, o produto gera retorno financeiro para o Instituto Federal, possibilitando novos investimentos em pesquisa e inovação. Segundo Susana, o NIT tem se articulado com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e com especialistas da área para orientar servidores e estudantes sobre o processo de registro de patentes. “O NIT está aqui para que a comunidade possa nos procurar, fazendo com que possamos transmitir informações de como é esse processo, que é burocrático. Então a gente precisa se munir de informações para que a gente também possa orientar”, explicou.
A coordenadora destaca a importância da iniciativa de abrir espaço para a apresentação de temas específicos de inovação. “Às vezes, a gente, dentro do IFB, fica mais na área da pesquisa. A gente até chega a desenvolver, mas não sabe qual é o caminho para se chegar à inovação propriamente dita, porque a inovação só acontece quando esse produto chega ao mercado. Então, é por isso que o NIT está aqui”, afirmou.
Para Susana, o contato com o INPI e com palestrantes convidados permite ampliar o conhecimento e facilitar os registros de propriedade intelectual, garantindo que as pesquisas do IFB continuem avançando e contribuindo para o desenvolvimento da sociedade.
Texto: Amanda Lima
Foto: Wesley Sousa.

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